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7 filmes de terror para assistir na sexta-feira 13.

Eba! Chegou a sexta-feira 13 =0

Sim, é um dia mega comum e nada extraordinário acontece. Mas sabe onde acontecem coisas sensacionais? Nos filmes.

Separei 13 opções de filmes de terror para que você possa pelo menos ver alguma coisa doida acontecendo nesse dia. Vamos lá?

1. Medo — A Tale of Two Sisters, (2003).

A tale of two sisters.

A Tale of Two Sisters é um drama de terror psicológio produzido na Coreia do Sul em 2003. Quem escreveu e dirigiu a trama foi Kim Jee-Woon. Em 2009 rolou a filmagem da versão americana — mas a coreana é bem mais legal. Esse é um filme que precisa ser assistido ao menos duas vezes — apesar do brilhante enredo, a história pode ser confusa.

O filme conta a história de duas irmãs que voltaram para casa depois de ficarem internadas em um hospital psiquiátrico. São recebidas pelo pai e pela madrasta — essa última malvada e paranoica. Fenômenos sinistros e aparições começam a acontecer na casa.

É um filme bem elaborado e não tão comum assim — o que, a meu ver, é ótimo. Veja o trailer aqui.

2. Boa noite, mamãe (2015).

Boa noite, mamãe.

Eu adoro filmes alemães. Não, não é um terror que faz menção à fantasmas, monstros, demônios ou qualquer coisa do gênero. A história gira em torno de dois irmãos desconfiados que sua mãe, que acabou de passar por cirurgias e está com o rosto coberto por bandagens, não é, de fato, a mesma. O verdadeiro drama está no sufoco gerado pela dúvida: quem é essa mulher?

O filme passa por uma reviravolta de perspectivas que nos permitem uma nova interpretação, mas o drama continua intenso. Quem escreveu foi Severin Fiala e Veronika Franz. Veja o trailer aqui.

3. Friend Request (2016).

Friend Request

Este longa alemão foi dirigido por Simon Verhoeven e conta a história de Laura, uma jovem universitária rodeada de amigos na vida real e também na internet. Certo dia, aceita o convite de amizade em uma de suas redes sociais de Marina, uma garota estranha. Porém, Marina começa a agir de modo esquisito e Laura, para sua infelicidade, a exclui.

Marina comete suicídio e volta com um plano cruel de possessão e assombração — começa a matar os amigos de Laura e a perturbar a garota. Veja o trailer aqui.

4. Last Shift (2014).

Last Shift.

Anthony DiBlasi é o cara por trás das câmeras desse longa. Last Shift conta o drama vivido por Jessica, uma policial novata que pretende seguir os passos do pai: um policial que morreu cumprindo seu dever.

Ela fica responsável pelo último turno de uma delegacia abandonada que está prestes a fechar e tem o dever de não deixar o local, pois precisa receber uma equipe que virá recolher provas e evidências biomédicas do local. Durante sua espera, fenômenos esquisitos começam a acontecer: barulhos, portas que se batem, aparições medonhas e todas aquelas coisas típicas.

Eu gostei bastante desse filme: apesar de ter seus clichês, consegue se destacar. Veja o trailer aqui.

5. Rinne — Almas Reencarnadas (2005).

Rinne - Almas Reencarnadas.

Eba, terror japonês! Eu adoro 🙂 Esse filme conta a história de um professor universitário que tem um surto enquanto se hospeda em hotel turístico e mata onze pessoas, incluindo sua família, sem mais nem menos. Vinte anos depois do crime, um diretor decide fazer um filme em cima do episódio e aí começa a assombração: coisas muito sinistras começam a acontecer com o elenco.

Mais perturbador ainda é saber que, durante as gravações do filme, coisas sinistrar rolaram no set. Eu hein. O filme foi dirigido por Takashi Shimizu e você pode ver o trailer aqui.

6. A Autópsia (2016).

A autópsia.

O filme dirigido por André Øvredal me surpreendeu. É muito difícil encontrar um filme de terror que realmente faça sentido e assuste e fuja dos clichês (esse filme os tem, mas suas qualidades superam). Ele divide muitas opiniões. Portanto, você precisará assistir para formar a sua.

Pai e filho trabalham juntos no necrotério em uma pacata cidade do interior do Estados Unidos. Por ser uma cidade tranquila, o trabalho deles geralmente não envolve mistérios e dificuldades. Entretanto, certo dia, recebem o corpo de uma  desconhecida jovem e todo o drama começa a partir disso. Apesar do filme ser lento, ele consegue prender e fazer a imaginação de quem assiste viajar. Veja o trailer aqui.

7. A Fita Branca (2009).

A Fita Branca.

Mais um alemão. A fita branca é dirigido por Michael Haneke, um cara muito bom em fazer filmes de terror, mistério e muita tensão — é considerado um dos melhores diretores da atualidade.

Em um vilarejo da Alemanha, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, estranhos eventos começam a acontecer com os moradores, tão corretos e disciplinados. Não é um filme de terror com fantasmas e monstros — mas tem uma boa dose de mistério e nos mostra que o mal está entre nós, ele não mora longe. Veja o trailer aqui.

Gostaram? Acrescentariam outro filme? Escreve aqui embaixo <3

 

 

 

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O que aprendi com Rick and Morty.

Rick and Morty e as lições que a séria nos ensina.

Essa é, sem dúvidas, uma das minhas séries favoritas. Pra muitos ela pode parecer um desenho bobo e politicamente incorreto (e realmente é), mas pra quem a interpreta de perto, a série vai além: ela está repleta de ensinamentos e reflexões que podem nos ajudar a ver a vida com novos olhos e de forma mais leve – eu falei sobre Rick and Morty num post que listei algumas séries que nos colocam pra cima em momentos de desânimo, e você pode acessar clicando aqui.  Esses dois personagens não me cativaram sem boas razões – essa é uma comédia que aborda de forma inteligente vários dramas da existência humana. Então vou listar o que mais me marcou e, com sorte, isso também fará sentido pra você.

Somos menores do que achamos.

E você aí, preocupada com o que vão achar da sua roupa. A maioria de nós tem consciência de que todos os seres humanos são pequenos perante o universo, mas nós somos mais que pequenos – nós somos minúsculos, quase que insignificantes (não leve a mal, isso tem um lado bom). Rick tem uma nave que viaja para outras galáxias e outros universos – e quando paramos pra pensar no fato de que existem outras galáxias e outros universos e outros planetas, uma luz se acende e por um instante você pensa “êpa, deixa eu rever minhas preocupações aqui”.

Talvez nada disso seja grande coisa.

E provavelmente não é grande coisa, mesmo. Em Rick and Morty é bastante explorada a ideia de multiverso, ou seja, vários universos com várias realidades possíveis. Imagina só: outra versão de você em outro planeta. Nossa! Isso explode a cabeça quando paramos pra pensar na possibilidade. Tenta imaginar. O que isso nos mostra? Que nossa existência é pequena demais e, trazendo mais pra nossa realidade, que nossos dramas são pequenos demais.

Pega leve.

Sim, de novo a reflexão vai pro mesmo sentido que as anteriores: nossas preocupações são medíocres quando as colocamos em comparação ao tamanho disso tudo. Eu sei que nós temos que nos importar com várias coisas, mas é preciso sempre estabelecer prioridades. Quando somos capazes de priorizar, conseguimos pegar mais leve com os eventos que acontecem e não tem tanta importância assim – mas só não tem porque você decidiu isso. Na série eles lutam contra alienígenas e monstros e, pouco a pouco, Morty começa a definir o que tem sentido e o que não tem, quais serão seus objetivos e o que será colocado de lado. E na sua vida? Quais são os monstros que você prioriza derrotar e quais são insignificantes?

O real valor da existência.

Agora é hora de falar mais sério. Na série vemos claramente o vestígio de uma sociedade que parou de crer no divino e que perdeu o sentido da existência. Rick parece tentar corromper seu neto, Morty, a todo custo. Morty reluta bastante, mas em alguns episódios podemos ver que ele sucumbe às loucuras do avô e age conforme ele manda. Porém, o que podemos captar em vários dos momentos de sanidade de Morty é que o tempo é precioso e que nossa existência, apesar de minúscula, vale muitíssimo a pena.

No que você acredita?

Em alguns momentos a série pega pesado com algumas crenças. Em um dos episódios, o avô maluco diz que o amor não passa de reações químicas que servem pra atrair os seres humanos e fazê-los reproduzir. Várias outras coisas assim são ditas – Rick detona as tradições, fala que ninguém tem propósito na vida e que ninguém de fato pertence a algum lugar.

Por um lado, é legal enxergar a existência como sendo pequena, pois isso nos ajuda a valorizar o que realmente merece nosso tempo; porém, observando com outros olhos, é terrível e doloroso pensar que somos insignificantes a ponto de nossa vida não ter valor algum. E a série é legal para analisarmos nossa fé, como um todo: pra você, o que é essencial e o que dá sentido pra sua alma? Isso em que você alega ter fé – é genuíno ou é um meio de facilitar as coisas e fugir da realidade?

Dá pra refletir bastante com a série. Além de ser um passatempo divertido – não assista com crianças – ela te faz ponderar sobre várias questões que permeiam e atormentam nossa existência. Eu resumiria a série com uma palavra: provocadora. E você, já assistiu? Conta pra mim quais suas considerações sobre Rick and Morty.

 

 

 

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7 séries para maratonar na Netflix.

Pegue a pipoca, ache um cantinho confortável e prepare-se para maratonas com séries que vão te deixar querendo mais.

1. Sherlock.

Ator principal da série Sherlock.
Elementar, meu caro Watson.

Eu não sei vocês, mas meu sonho de princesa é ser Sherlock Holmes. Mas como esse sonho é utópico – sendo otimista – encontro consolo nos livros, filmes e nessa série espetacular que retrata as aventuras Sherlock Holmes e seu leal parceiro Dr. Watson. Eu nem preciso dizer que o elenco é espetacular, né? Benedict Cumberbatch interpreta Sherlock e Martin Freeman é o caro Watson (além de todo o resto, óbvio). Essa série é viciante e te deixa na maior expectativa pro próximo episódio. Vale muito a pena acompanhar.

2. Bates Motel.

Personagens principais da série Bates Motel.

Pensa numa mãe louca e num filho mais louco ainda. São esses dois aí. Você quase entra dentro do sofá ao assistir esse prólogo de Psicose, de Alfred Hitchcock. É uma série que explora bastante nossa percepção e manipula as verdades – e, de fato, em vários momentos a gente se sente confuso. Além do elenco sensacional – tendo como atores principais Vera Farmiga e Freddie Highmore – a direção da série optou por um desfecho surpreendente. Caso ainda não tenha visto, fica a dica.

3. Gypsy.

Série Gypsy para maratonar no Netflix.

Essa série divide opiniões. Para alguns ela parece ser muito lenta, mas para outros a trama é super envolvente e é difícil sair da frente da TV para fazer qualquer outra coisa (você precisará assistir pra ver qual seu lado). A protagonista é ninguém menos que Naomi Watts e a história é estimulante – Naomi interpreta uma psicóloga que não sabe o que é ética de trabalho e se mete em uma história de arrepiar, cheia  de mentiras, infidelidade e manipulações. Infelizmente (ou felizmente para alguns) a série não decolou e foi cancelada.

4. Requiem.

Série Requiem para maratonar no Netflix.

Misteriosa e pavorosa. Conta a história de uma violinista que perdeu a mãe por um estranho suicídio. Ela vai até a cidade onde a mãe passou a infância e começa a ser aterrorizada por eventos aterrorizantes e assombrosos. A série tem momentos confusos (tem que dar atenção aos detalhes), mas a trama foi muito bem feita e é instigante. O oculto e o paranormal são elementos fundamentais da trama, então já sabe né… Melhor ver de dia (ou acompanhada).

5. The Sinner.

Atriz principal da série The Sinner.

Primeiramente, a atriz principal da série, Jessica Biel, é foda. A trama também é bem elaborada e nos mostra como nossa mente é louca – muito louca! Nosso inconsciente é muito obscuro. Tudo começa quando Cora, mulher que leva uma vida aparentemente bastante comum, vai à praia com sua família e comete um assassinato aparentemente sem explicação. Obviamente esse evento virou sua vida de cabeça pra baixo e as coisas mudam muito. No tribunal ela alega ser culpada e não consegue entender o motivo pelo qual cometeu tal fato. Até que um detetive entra na sua vida e juntos começam a descobrir a real intenção daquele ataque de fúria. Instigante.

6. The Killing.

Série The Killing para maratonar no Netflix.

É difícil parar de ver essa série e quando acaba deixa aquele vazio, sabe? A versão americana foi baseada no seriado dinamarquês Forbydrelsen. Diferente de muitas tramas policiais, os personagens conseguem passar aquele ar de realidade e de gente como a gente. O roteiro está muito bem interligado, os personagens são bem desenvolvidos e o gostinho de quero mais é inevitável.

7. Twin Peaks.

Série Twin Peaks para maratonar na Netflix.

Pensa numa série louca, muito louca, muito confusa, muito perturbadora, muito instigante: é Twin Peaks, sem dúvida. É uma série que exige muito de quem está assistindo. Não dá pra sentar e ficar vendo sem torrar a cabeça. Bom, a série gira em torno do assassinato da jovem Laura Palmer, querida por todos na cidade de Twin Peaks. Conforme vão surgindo suspeitos, mais segredos e mistérios vão sendo revelados. Essa série foi um marco na história da televisão exatamente pelo fato de o direto, David Lynch, consegue ver bizarrices em coisas banais da sociedade.

 

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80 desenhos antigos que marcaram sua infância.

Nesta seleção de desenhos animados iremos despertar a nostalgia de quem nasceu na década de 60, 70, 80 e 90. Eles marcaram nossas vidas e nos ensinaram várias lições. Alguns são mais antigos, outros mais modernos – mas todos eles trazem boas lembranças.

1. Rocket Power (1999).

desenho rocket power
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2. Ursinhos Carinhosos (1985).

ursinhos carinhosos
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3. Bananas de Pijamas (1992).

bananas de pijamas
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4. O Pequeno Urso (1995).

o pequeno urso
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5. Madeline (1993).

madeline
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6. A Bruxa Onilda (1998).

bruxa onilda
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7. Scooby-Doo! (1969).

scooby doo
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8. Família Dinossauro (1991).

família dinossauro
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9. Rugrats: Os Anjinhos (1991).

rugrats os anjinhos
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10. Du, Dudu e Edu (1999).

Du, Dudu e Edu.
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11. Hey Arnold! (1996).

hey arnold
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12. Sonic X (2003).

sonic x
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13. Três Espiãs Demais (2001).

três espiãs demais.
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14. As Meninas Superpoderosas (1998).

meninas super poderosas.
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15. As Aventuras de Jimmy Neutron (2002).

jimmy neutron.
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16. Bob Esponja (1999).

bob esponja
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17. CatDog (1998).

desenho cat dog.
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18. Os Padrinhos Mágicos (2001).

os padrinhos mágicos.
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19. Johnny Bravo (1995).

johnny bravo.
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20. X-Men: Evolution (2000).

x men evolution desenho.
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21. Doug (1991).

desenho animado doug.
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22. A vida moderna de Rocko (1993).

A Vida Moderna de Rocko.
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23. O Laboratório de Dexter (1996).

o laboratorio de dexter
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24. Pica-Pau (1940).

pica pau 1940.
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25. Tom & Jerry (1940).

tom e jerry desenho.
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26. A Pantera Cor-de-Rosa (1969).

pantera cor de rosa
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27. Pernalonga (1940).

pernalonga
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28. Popeye (1919).

Marinheiro popeye.
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29. Os Flintstones (1960).

flintstones
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30. Timão e Pumba (1995).

timao e pumba
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31. Caillou (1997).

caillou
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32. O Máskara (1995).

o máskara desenho
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33. As Aventuras de Babar (1989).

as aventuras de babar
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34. Capitão Caverna e as Panterinhas (1977).

capitão caverna e as panterinhas
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35. Animaniacs (1993).

animaniacs
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36. Corrida Maluca (1968).

corrida maluca
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37. Os Calaveiros do Zodíaco (1994).

cavaleiros do zodiaco
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38. As Tartarugas Ninjas (1987).

as tartarugas ninjas desenho
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39. Caverna do Dragão (1983).

caverna do dragao
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40. Dennis, o Pimentinha (1986).

dennis o pimentinha
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41. Garfield e Seus Amigos (1988).

garfield e seus amigos
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42. Pinky e Cérebro (1993).

pinky e cerebro
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43. DuckTales (1987).

Duck Tales
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44. Feiticeira Faceira (1965).

feiticeira faceira
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45. He-Man (1983).

he man
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46. O Fantástico Mundo de Bobby (1990).

fantastico mundo de bobby
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47. A Turma do Pateta (1992).

turma do pateta
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48. Inspetor Bugiganga (1983).

inspetor bugiganga
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49. Muppet Babies (1984).

desenho muppet babies
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50. Os Jetsons (1962).

desenho os jetsons
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51. Os Simpsons (1989).

desenho os simpsons
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52. Magilla Gorilla (1964).

desenho magilla gorilla
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53. Ligeirinho (1953).

desenho ligeirinho
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54. A Turma do Zé Colméia (1973).

desenho a turma do ze colmeia
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55. Mister Magoo (1949).

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56. Os Smurfs (1981).

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57. Os Mistérios de Piu-Piu e Frajola (1995).

desenho os misterios de piu piu e frajola
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58. Papa-Léguas e Coiote (1949).

desenho papa leguas e coiote
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59. Taz Mania (1991).

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60. Patolino (1937).

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61. She-Ra (1985).

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62. Pepe Legal (1959).

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63. Pokémon (1997).

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64. Digimon (1999).

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65. Yu-Gi-Oh (1998).

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66. Dragon Ball Z (1989).

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67. Tutubarão (1976).

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68. Super Campeões (1994).

desenho super campeões
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69. Os Camundongos Aventureiros (1997).

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70. Coragem, o cão covarde (1999).

desenho coragem o cao covarde
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71. Os Thornberrys (1998).

desenho os Thornberrys
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72. A Vaca e o Frango (1997).

desenho vaca e o frango
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73. As Aventuras de Tintim (1991).

desenho as aventuras de tintim
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74. Historinhas de Dragões (1999).

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75. Os Cãezinhos do Canil (1986).

desenho os caezinhos do canil
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76. Freakazoid (1995).

desenho freakazoid
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77. Luluzinha (1976).

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78. Dom Pixote (1958).

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79. Quarteto Fantástico (1994).

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80. Gasparzinho (1995).

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Rita, mulher ousada.

A série, lançada em 2012 pela Netflix, prende a atenção por diversos fatores. Rita tem o diferencial de ser dinamarquesa – sempre fui fã de produções que não são americanizadas, pois acho que isso nos aproxima de outras culturas que não aparecem tanto na mídia (e é sempre interessante conhecer outros modos de viver e sair do padrão).

Vamos ao que interessa. Rita é uma mulher de personalidade forte; é mãe, professora, é desbocada e independente. Ela é ousada. Ela leva sua vida de um modo bastante egoísta (ou seria anarquista?) sob um ângulo, mas totalmente altruísta por outro – o que me surpreende bastante; em muitas situações vemos uma Rita madura, e em outras, uma Rita mais infantil em suas ações – principalmente quanto a si mesma, uma vez que ela parece colocar a necessidade os outros antes das suas.

O que acho bacana é que a série aborda alguns temas polêmicos atuais – como homossexualidade, relacionamentos complicados e abusivos, machismo, drogas, aborto e, certamente, educação. Com seu jeito irônico e espontâneo, ela tenta mostrar aos outros uma forma mais prática de viver a vida – nenhum problema parece ser grande o bastante para ela, e ela lida com as merdas da vida de modo natural (e ela passa por várias, viu).

A frase que mais me marcou durante toda a série foi quando, em resposta à pergunta de uma colega de trabalho, ela fez uma crítica ao sistema familiar e educacional. A pergunta foi “por que você virou professora?”, e depois de algum tempo de reflexão, a resposta foi “para proteger as crianças de seus pais”. Tcha-rãããm. Essa frase parece simples, mas está carregada de significação. Hoje em dia as famílias estão criando pequenos reis e rainhas; os pais, muitas vezes, recusam-se a ver os problemas/defeitos/imperfeições que os filhos têm e tentam colocá-los em uma bolha, não aceitando intervenções de outras pessoas e, consequentemente, interferindo na evolução e no crescimento dos filhotes. E é bem isso que a Rita faz na série: ela vai contra as regras e age conforme seu instinto manda, sem pensar em agradar as pessoas. Em diversas situações ela bate boca com pais alienados e não hesita em falar a verdade na cara. Ela é destemida e muito, mas muito corajosa.

Eu achei essa a mensagem mais importante da série. É uma desconstrução em relação ao modo com o qual lidamos com o outro; muitas vezes queremos tanto proteger as pessoas que nos esquecemos que elas precisam sim passar por situações complicadas, e isso é extremamente natural e necessário. Nós não podemos privar algum sujeito do sofrimento – ele existe por uma razão.

Ela é muito prática. Ela é sincera consigo mesma e com os outros. Ela não leva uma vida mascarada, ela não tenta passar uma imagem irreal. Se ela está na pior, é assim que ela vai se mostrar ao mundo. Ela é; ela não tenta ser. Ela sabe de todos os seus defeitos e não é orgulhosa – ela não tá nem aí, na verdade – ela assume e recomeça. Não fica se lamentando por não ser assim ou assado; ela aceita sua escuridão.

Rita afasta as pessoas quando a situação vai ficando mais séria. A impressão que nos passa é a de que não sabe lidar com sentimentos profundos. Ela sempre foge e se exclui quando se vê assustada e quando percebe que não tem controle (quem nunca, né?).

Em algum momento, com toda certeza, vamos nos identificar com a Rita. E além de nos identificarmos com ela, podemos tirar proveito das tramas que acontecem. Uma boa frase para definir parte de sua personalidade poderia ser “faça o que digo, não o que faço”, pois mesmo agindo muito bem em alguns momentos, em outros ela está totalmente perdida.

E você, já assistiu? Concorda?

Caso não tenha assistido, indico fortemente 🙂

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Séries para assistir quando bater vontade de desistir da vida…

… e espero que te façam MESMO mudar de ideia 🙂

Vamos lá. Nada melhor do que chegar em casa depois de um dia todo cagado, botar aquela série marota e se identificar com o que está acontecendo na trama.

Eu adoro ver quando algum personagem é todo desencanado da vida: cai e levanta, ri da própria desgraça, é idiota, vive a vida com leveza, não se importa com os outros, passa por situações mega desgraçadas e recomeça… Adoro pois assim eu me sinto esperançosa e recordo que nem tudo está perdido – eu também tenho salvação! Claro, isso é só pra explicar o objetivo dessa seleção: aperte o play e entenda que é extremamente necessário pegar leve com a gente mesmo e lembrar que, apesar de todas as dificuldades, temos que tentar tirar proveito de todas as situações, até as que parecem insolúveis, e RIR MUITO. Rir de si mesmo, principalmente.

NÃO SE LEVE TÃO A SÉRIO. NÃO LEVE A VIDA TÃO A SÉRIO.

Essas séries não me deixam esquecer disso. Adelante.

 

  • RICKY AND MORTY

O maior baque que eu tomei ao ver essa série foi: oh lord, como pensamos pequeno! Como somos pequenos! Como esse universo pode ser tão incrivelmente g i g a n t e! E como a gente perde tempo se preocupando com cada coisa TOSCA.

Situando o cidadão que desconhece o enredo: Ricky é o avô bêbado e cientista de Morty, um garoto comum e pacato, que leva uma vida pacata com sua família pacata nos Estados Unidos. Até que Ricky chega chegando no seu netinho – até então mega ingênuo – e começa a arrastá-lo para suas aventuras malucas e deliciosas e aimeu-deus-eu-quero-também-me-leva-com-vocês-que-dorga-vocês-usam. Juntos, eles viajam para universos paralelos (que explodem sua fucking mente), luta contra monstros de outros planetas, congela o tempo e parece conseguir salvar seu neto de situações totalmente inusitadas. E o melhor de tudo: Ricky vai desconstruindo a mentalidade de seu neto – e nessa onda, desconstrói a nossa também.

Tá, mas e daí? E daí que, ao ver a série, a gente passa a reconhecer que nós não somos nada – somos descartáveis e extremamente arrogantes; nos achamos detentores de inteligência e temos zero humildade. Mas calma, a série nos mostra isso com humor – você não se sente depressivo ao vê-la, mas você passa a pensar coisas que jamais havia pensado antes.

E é por isso que ela está no topo da minha lista. Você vê essa série e passa a pensar, mesmo que por frações de segundo, que é bom começar a se importar com o que vale a pena; essa série traz novo significado à nossa existência e pode ser uma ótima ferramenta para sua desconstrução e desencanação.

  • UM MALUCO NO PEDAÇO

Clássica e deliciosa. Ótima para dias nublados no seu coraçãozinho. Will é foda, né?

A trama vocês devem conhecer, acredito. Mas, em suma, Will é um cara de origem humilde que veio do subúrbio e em determinado ponto da vida vai morar com seu tio, tia e primos em uma grande mansão na Califórnia.

O cômico da série é a falta de preocupação de Will e todo o contraste dele e de seu comportamento com relação ao ambiente que o cerca. Ele leva a vida numa boa, não se preocupa em ser “fino” nem mesmo em situações que “exigem” tal comportamento, o que acaba constrangendo seus tios e primos; e claro, ele não deixou seu novo estilo de vida subir à cabeça: manteve seu jeitão o tempo todo.

A série tem várias pequenas lições. Há alguns momentos sérios na trama, mas o grande foco é: pega leve! A vida é e sempre será cheio de problemas, mas aumentamos muito as coisas. Will é simples e prático. Ele nos ensina pequenas doses de sabedoria em suas ações e não perde tempo com bobeiras e muito menos com a opinião dos outros. Ele faz o que bem entende; ele acredita nele próprio e tira o melhor das situações que acontecem. Sim, ele é meio imaturo em alguns momentos, mas ele nos ensina que nossa criança interior JAMAIS deve morrer: cante, dance, arrisque, viva o agora.

Além de tudo isso, a série aborda temas raciais, familiares, escolares, profissionais e amistosos de modo sutil, porém pertinentes; Will passa por alguns momentos complicados (especialmente quanto ao pai) e nos ensina que a vida é assim mesmo: ora quente, ora fria. Mas nem mesmo isso o impede de ser feliz.

  • UNBREAKABLE KIMMY SCHMIDT

Essa mina sabe valorizar as coisas pequenas da vida. Com uma ingenuidade sem igual, ela faz com que lembremos de valorizar o que realmente importa. E como diz o próprio nome da série, ela é inquebrável: com um jeito único, ela consegue contornar várias situações que ocorrem; e outra coisa muito massa na personagem: ela não mede esforços para ajudar as pessoas.

A história da Kimmy é a seguinte: ela e mais algumas mulheres ficam presas em bunker por quinze anos pois foram convencidas por um pastor fanático que o mundo havia acabado e, quando são liberadas, cada uma segue sua vida; Kimmy vai para NY e recomeça tudo por lá.

Imagina: você passa quinze anos da sua vida presa. Quando é liberada, não tem amigos, não tem emprego, não entende nada de tecnologia, não sabe das tendências… você não sabe NADA. Você nasce de novo, mas dessa vez você não tem nem papai e nem mamãe pra te inserirem no mundão. E assim começam as aventuras! Kimmy nos mostra que a SIMPLICIDADE é o melhor caminho a ser percorrido; a vida não tem tempo pra frescuras e exige ação. E essa mulher tá aí pra reforçar essa mensagem: não pare diante das dificuldades (você sempre pode tentar outra vez – tente outra vez quantas vezes forem necessárias), seja leal aos seus verdadeiros amigos e nunca, nunca deixe o lado negativo subir à cabeça.

Valeu, Kimmy. Ser adulto sucks, mas a gente sempre pode mudar a forma como vê as coisas.

  • THE NANNY

Essa série, em particular, é uma das que mais divertidas que já vi. É uma ótima pedida para te ajudar a ligar o foda-se.

Fran é uma mulher extremamente autêntica, desencanada e teimosa. Ela é toda espalhafatosa, se atrapalha a todo momento e leva as situações com leveza; não é do tipo de mulher que guarda as coisas para si – fala tudo o que tem pra falar e sua cara não esconde seus sentimentos. Ela transformou a vida da família de seu novo patrão e mostrou a eles que a vida não é só trabalho, estudo, ou qualquer outra coisa séria demais – a vida é divertida, louca e requer ousadia. Ai que mulher maravilhosa essa Fran Fine (suspiros).

Sempre que eu assisto algum episódio eu crio um pouco mais de coragem pra ser quem eu realmente sou e tentar me importar menos com os padrões comportamentais (que principalmente nós, mulheres, somos impelidas a adotar durante a vida). Se você é um desastre humano, com certeza vai se identificar com a personagem e se sentir em casa. Além disso, Fran vai te ajudar a não desistir tão facilmente de seus sonhos – eis um ótimo ponto positivo para a teimosia. Não arrede o pé enquanto não conseguir o que quer (mas, por favor, saiba a hora de deixar alguma coisa pra lá).

  • MASTER OF NONE

Essa série é foda, queridos. A identificação é garantida para os jovens da década de 90, uma vez que mostra a inserção de um jovem na vida adulta (e quem nasceu nos anos 90 provavelmente está passando por isso). Emprego, relacionamentos, problemas familiares, medos, preconceitos… Não é fácil ser adulto.

O mais legal é que o personagem principal, Dev Shah, é mega simples e nos lembra de voltar o olhar para as coisas que realmente importam e que passam despercebidas no cotidiano caótico em que vivemos. A série me passa uma impressão muito nítida no sentido que estamos todos juntos nessa, sabe? Muitos jovens se sentem solitários e acreditam que só eles estejam passando pelas trevas da recém-chegada vida adulta, mas a verdade é que a grande maioria de nós passa por isso.

 A série traz questões mega pertinentes que dialogam diretamente com nossa realidade: sexismo e racismo são só algumas das polêmicas que entram em cena em Master of None. E sim, o nome da série nos traz uma outra boa reflexão: somos mestres de ninguém. A vida é assim, né? No fundo, não somos mestres nem de nós mesmos. É cada situação que aparece nessa vida… Assistir a série vai te ajudar a relaxar. E acho que todo esse drama de ser adulto uma hora passa (mas que é difícil, é).

Gostaram? Adicionariam alguma série na lista? Conta pra gente nos comentários 🙂